terça-feira, 17 de novembro de 2009

Filmes que você deve ver antes de morrer: O Bebê de Rosemary


Baseado no romance de Ira Levin, Rosemary’s Baby, de 1967, o longa de mesmo nome, dirigido por Roman Polanski foi lançado em 1968 e foi um grande sucesso na época, ganhando muitos prêmios como Globo de Ouro e Oscars, sendo celebrando hoje em dia como um grande clássico do terror e do cinema em geral. Estrelando grandes nomes como Mia Farrow como Rosemary, John Cassavetes, como o marido Guy Woodhouse, Ralph Belamy como Dr Sapirstein, Ruth Gordon como a vizinha Minnie Castevet, entre outros.

Um fato curioso é que Jack Nicholson recusou o papel de Guy Woodhouse!

E só um adendo, Anton LaVey NÃO fez o papel do diabo, naquela cena clássica e sim Clay Tanner.

Apesar de ser considerado um clássico do terror, eu considero muito mais um suspense com alguns elementos fantásticos, que envolve assuntos ocultos, que normalmente assustam as pessoas. Além da trilha sonora que soa como a de um típico filme de terror.

A história é extremamente simples, Rosemary Woodhouse, uma dona de casa se muda para um novo condomínio em Nova York junto com seu marido Guy Woodhouse, um ator sem sucesso até então. No condomínio há um histórico de alguns eventos estranhos que ocorreram no passado e ficaram sem explicação, mas até então isso não incomodou o jovem casal.

Os vizinhos do condomínio são todos mais velhos, incluindo entre eles os intrometidos Castevet, que aparentemente são pessoas de boa índole, mas obviamente que eles possuem outros interesses. Guy acaba ficando muito próximo do casal Castevet, enquanto Rosemary acaba se isolando de tudo e logo começa perceber algo estranho em relação a toda vizinhança. E inexplicavelmente algumas coisas começam a favorecer a carreira de Guy como ator. Ele começa a conquistar sucesso através da tragédia na vida pessoal de outros atores.

Num outro dia, empolgado com o sucesso, Guy resolve ter um filho com Rosemary. Aparentemente durante o ato sexual, Rosemary teve estranhas visões como esse estivesse transando com outra pessoa. Na verdade, não era bem uma pessoa, mas também não era o Anton LaVey ;)

Enfim, após tudo isso, Rosemary descobre que seu filho vai nascer no dia 28 de Junho de 1966, isto é 6/66. Segundo o cristianismo e o Iron Maiden, esse é o número da besta.

Os vizinhos Castevet começam a insistir que Rosemary faça um acompanhamento no obstetra amigo deles, Dr. Sapirstein, tudo com muito apoio do marido. Rosemary começa enfrentar sérios problemas durante a gravidez no qual você deve ver o filme caso ainda não viu, e começa perceber um clima estranho de conspiração no ar.

Aparentemente, Rosemary está enlouquecendo por causa dessa gravidez e começa a suspeitar que os vizinhos e o doutor recomendado tem algum envolvimento com um culto misterioso que possui algum pacto com Satanás ou alguma entidade maligna.
Daí pra frente se você não viu o filme assista. O final e os fatos que antecedem ele são bem interessantes.

Apesar da simplicidade da história, posso garantir que acaba prendendo o espectador até o fim, gerando um grande impacto no final, tamanho o seu envolvimento com a trama. Acredite!

Vale lembrar que a trilha sonora do polonês Krisztof Komeda é muito boa e de certa forma assustadora. Não só a trilha principal, mas a trilha nos momentos de tensão também.

Inevitavelmente, alguns elementos no filme são datados, mas isso é algo muito comum principalmente por ser um filme gravado há 40 anos!!

Resumindo esse é um clássico extremamente recomendável, se você não assistiu vá assistir imediatamente, se já assistiu comente aqui ou critique o texto ou então elogie esse grande clássico do cinema!!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Filmes que você deve ver antes de morrer: O Exorcista


Essa semana, com todo esse clima de Halloween, festa à fantasia, dia das bruxas, noite de Walpurgis, vamos entrar no espírito também, falando de um dos maiores filmes de terror de todos os tempos. O Exorcista, de 1973.

Um verdadeiro clássico do terror mundial, o filme ficou marcado pela enorme quantidade de polêmicas e mitos sobre as gravações e suas conseqüências com atores e equipe e também por conter efeitos considerados fantásticos e até sobrenaturais para a época. Isso sem contar que foi o primeiro filme do gênero a ser indicado pelo Oscar de melhor filme.

Dirigido por William Friedkin, a história é basicamente simples. Durante uma escavação no Iraque, um demônio, no caso Pazuzu, que estava em uma estátua achado por arqueólogos, foi liberado. Enquanto isso, Regan McNeil (Linda Blair), uma garotinha de 11 anos que vivia em Washington DC, filha de uma atriz e mãe solteira, Chris McNeil (Ellen Burstyn). Regan que passava muito tempo sozinha, já que sua mãe era uma atriz e workaholic, a menina no tédio de sua grande e nova casa, achou uma Ouija Board (tabuleiro cheio de números e letras que evoca espíritos para responder perguntas feitas pelos participantes do ritual) e aparentemente acabou evocando acidentalmente o espírito de Pazuzu que acabou possuindo a garota.
Em paralelo, o filme mostra a história de um padre, Damian Karras (Jason Miller), que luta contra o sentimento de culpa de ter que internar sua mãe em um asilo e passa questionar até sua própria fé.

Enquanto isso a garota Regan apresentava algumas mudanças psicológicas. A adorável e doce menina passou a responder agressivamente para sua mãe e os empregados da casa, falar palavrões que nem a criança mais terrível do mundo teria conhecimento, além de urinar na frente dos convidados durante uma festa chocando todo mundo. Conforme o tempo vai passando, Regan vai apresentando comportamentos cada vez mais bizarros. Preocupada, a mãe da menina leva a garota para os melhores hospitais para fazer todo tipo de exames e os médicos não constatam absolutamente nada. E o estado de Regan vai ficando cada vez mais crítico.

O conteúdo do filme realmente começa a chocar o público, não só pelo teor dessa evolução psicológica, mas também pelas cenas realmente horripilantes, como a cena em que a garota se masturba com um crucifixo de forma degradante e agressiva, e é nesse momento que muitos se perguntam, “como o diretor conseguiu fazer esses efeitos?” ou “como a menina aceitou se submeter a isso?” entre outras perguntas. Quem for cristão ou de criação cristã, supostamente deve ficar ainda mais perplexo. Afinal, o filme explora muito bem e de forma bem agressiva todo esse lado religioso, e em alguns momentos de uma maneira bem subliminar, sempre com a intenção de chocar o público.

Isso tudo sem contar o clima sombrio que se cria no quarto da garota e todo o áudio perturbador que se escuta de lá. Eu assisti este filme na TV e no cinema, e posso dizer no cinema foi uma experiência única e perturbadora. Toda essa sonoridade e o visual do quarto além do lado de toda evolução da degradação psicológica da garota (e até mesmo da mãe) me impressionou muito mais do que as cenas com sangues ou dos diálogos demoníacos da pequena garota.

Enfim, voltando rapidamente à história, devido a todos esses acontecimentos Chris chega a conclusão que a garota está possuída por um demônio. Até que num golpe do destino Chris acaba conhecendo o desiludido Padre Karras em uma igreja, que aceita exorcizar a garota.

Como eu já disse, o filme ficou marcado por grandes polêmicas. Existem várias lendas sobre alguns acidentes no set de filmagens, como o um incêndio que destruiu todo o cenário da casa da família McNeil, um set light que caiu no cenário e acabou matando alguns produtores que trabalhavam pelo estúdio, acidentes na escada da mansão McNeil também eram freqüentes e o ator Jack MacGowran que interpretava um amigo de Chris McNeil morreu durante as filmagens. Algumas histórias também incluem grandes ferimentos na atriz Linda Blair durante seus ataques de possesão demoníaca, sem contar os traumas e problemas que Linda teve na sua fase adulta, incluindo problemas psicológicos, com drogas e obesidade.

No ano 2001, foi lançado (inclusive nos cinemas) a versão do Diretor, com 11 minutos extras que haviam sido limados, devido ao seu forte conteúdo. Nessa versão inclui a terrível cena onde Regan desce a escada da mansão como uma aranha de ponta cabeça vomitando sangue e com seus olhos virando sem parar. Uma cena antológica que pega você de surpresa.

Após o sucesso da versão de 1973, a história ganhou uma continuidade, porém não obteve o mesmo sucesso desse grande clássico.
Possivelmente quem é fã de filme de terror já assistiu. E quem nunca viu esse filme, mas se diz fã de filmes de terror, então posso garantir que essa pessoa ainda não é um fã de verdade!

E se você aprecia cinema em geral, assista. Se já assistiu, assista de novo, afinal você sempre acaba descobrindo coisas novas, principalmente devido ao seu impacto cultural, não só nos cinemas, mas em músicas e outras formas de entretenimento até os dias atuais. Esse filme deve estar em uma lista com os 10 melhores filmes de todos os tempos sem sombra de dúvidas!!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Filmes que você deve ver antes de morrer: Titanic


Provavelmente eu vou criar alguma polêmica, começando, uma nova sessão no blog, com esse filme. Para algumas pessoas essa produção é muito mainstream, muito pop e reflete bem a cultura comercial em termos cinematográficos do fim dos anos 90.
Enfim, apesar de ser realmente um clássico pop, ganhador de muitos oscars e prêmios em geral, não há como negar que é uma grande produção, mesmo com a história sendo um pouco água com açúcar em alguns momentos.

Obviamente o filme conta (fielmente?!) a história mais que conhecida do famoso e verídico navio Titanic. Um grande navio, construído no começo do século XX, com intuito de levar a alta sociedade para grandes cruzeiros pelo mundo. Muitos diziam que ninguém derrubaria o Titanic, nem mesmo Deus. Mas, eles esqueceram de dizer que icebergs no meio do mar escuro na região dos pólos do planeta podem ser muito traiçoeiros e a tripulação, que era formada pela aristocracia da época , foi pega de surpresa com esse acidente que acabou destruindo e afundando o Titanic.
A trama começa nos tempos atuais (mais de 10 anos atrás já) com alguns pesquisadores em busca de um diamante de um dos sobreviventes do acidente, porém eles acabam achando outras coisas com um grande valor histórico.

Claro que em paralelo a toda essa trama histórica existe o óbvio romance no filme, que talvez chamou muita atenção das meninas na época. Um romance envolvendo o plebeu, Jack Dawson (Leonardo DI Caprio) que era um trabalhador pobre e sem educação que tinha o costume de beber, jogar e fazer apostas. Em uma dessas apostas acabou ganhando passagens para uma viagem ao Titanic. E lá ele conhece a riquinha Rose (Kate Winslet), que é noiva de um rico, que ela acha um chato e por isso acaba se apaixonando pelo Jack, personagem de Leonardo, porém como ela é noiva e a família dela jamais admitiria que ela ficasse com um garoto mais pobre, cria se toda essa trama onde ela começa se encontrar escondido com Jack, mas o noivo descobre e resolve tentar matar o malandro plebeu, até que o navio bate no Iceberg e o caos começa a surgir, devido a erros de segurança do navio que todos diziam que não afundaria. Pois bem, o excesso de confiança afundou o navio. Mas o importante é dizer que esse filme foi um grande clássico do cinema moderno. Os efeitos especiais do navio afundando são bem realista, a interpretação do sofrimento que as pessoas passam no meio do caos é bem real e a história como um todo é muito boa, mesmo com o romance água com açúcar que foi o que chamou a atenção de muitos adolescentes na época.

Isto é, o filme tem muitos ingredientes de um clássico do cinema, pois também tem nudez, na cena antológica que a personagem de Kate Winslet posa para ser retratada pelo plebeu, tem um pouco de sexo, cenas marcantes, como a de Jack no topo do barco com sua amante Rose abraçados enquanto ele grita que é o rei ou o dono do mundo, tem desespero humano, algum senso de humor bem de leve e um final triunfante e homérico.

Titanic foi um grande clássico, lançado em 1997, isto é, há mais de 10 anos atrás. Ainda não venceu o teste do tempo, devido seu apelo excessivamente comercial com sua trilha sonora, estrelando a Celine Dion que deixou muitas adolescentes aos prantos. Pop elevado à décima potência!!

Mas, com certeza essa produção será lembrada daqui alguns anos como um dos maiores clássicos do cinema no século XX.

Vale a pena assistir, se é que alguém ainda não assistiu...

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Willy Wonka & the Chocolate Factory vs Charlie & the Chocolate Factory


Baseado no livro Charlie and the Chocolate Factory, de Roald Dahl, o filme Willy Wonka & the Chocolate Factory, obteve um certo sucesso na época do lançamento em 1971, porém o filme dirigido por Mel Stuart e estrelado por Gene Wilder será sempre lembrado pelas suas reprises na televisão em exaustão nos anos 80, nos Estados Unidos, principalmente em feriados como Halloween, dia de Ação de Graças ou Natal. Aqui no Brasil o SBT reprisou milhares de vezes, no eterno Cinema em Casa. Curioso que Roald Dahl realmente odiou essa versão do filme se recusando a liberar direitos para a produção de um novo filme baseado em um de seus livros.

Alguns anos depois, mais precisamente 1991, com a morte de Roald Dahl, a Warner Bros resolveu fazer uma nova adaptação da história de Willy Wonka. Após a especulação de envolvimento de alguns diretores como Gary Ross e Martin Scorcese, e de alguns atores como Adam Sandler, Jim Carey e até Will Smith, ficou decidido que Tim Burton seria o diretor. Daí não precisa nem dizer quem seria o ator que interpretaria Willy Wonka desse remake né?!

Pois bem, Johnny Depp acabou sendo a escolha óbvia para a sequência que dessa vez levou o nome do livro original. E foi lançado em 2005, sendo um grande sucesso de bilheteria, graças a genialidade de Tim Burton e a óbvia modernização dos efeitos de vídeo, áudio e toda parafernália cinematográfica.

Mas agora entra no ar uma pergunta. É justo que essa nova versão enterre a versão antiga estrelando o grande Gene Wilder como Willy Wonka?
Na minha opinião, fica quase impossível comparar os efeitos especiais e de cenários de um filme com outro.

Afinal a fábrica da nova versão tem um visual realmente saboroso, você fica com vontade de se entupir de guloseimas. Comer doces e chocolates e doces até seus dentes apodrecerem até sentir uma dor de barriga mortal. Tudo é muito bonito, muito colorido, um mundo dos sonhos em termos de doces para qualquer criança e adultos também. Tim Burton trabalhou muito bem todo esse visual do filme, é quase impossível você assistir essa nova versão sem uma barra de chocolate na mão. Sem contar a antítese óbvia que se criou entre a casa sem vida do garoto Charlie com a fábrica que é o verdadeiro mundo dos sonhos.

Na versão original, a casa de Charlie e a cidade tem um visual comum, já a fábrica, tem alguns aspectos que não abre sua apetite de doces, pelo contrário, em alguns momentos você sente vontade de vomitar, todas aquelas plantas e outros elementos feitos de chocolates não aparecem nada comestíveis e sim alguma coisa bem nojenta. Mas, isso é perdoável afinal o filme foi gravado no início dos anos 70 e os efeitos cinematográficos nessa época ainda estavam se desenvolvendo, creio que na época todo mundo achou o máximo, mas com certeza hoje o visual está bem datado.

Já a atuação de Johnny Depp foi muito boa, ele incorporou bem o personagem, que inclusive ele mesmo admitiu que usou alguns poucos maneirismos de Marilyn Manson. Acabou ficando interessante, a princípio ele aparenta ser bem misterioso e arrogante, principalmente pelo tratamento que ele tem com algumas crianças, no qual ele é bem provocativo, mas no decorrer da visita ele aparenta ser um homem sonhador, criativo, com algumas cicatrizes e traumas do passado, que ele deseja resolver porém falta um pouco de coragem e mostra que no fundo tem um bom coração. E sem contar que ele é bem menos misterioso do que parece. Principalmente porque o filme relata muito bem seus flashbacks.

A atuação de Gene Wilder é um pouco diferente, logo na sua primeira aparição, ele aparenta ser um homem bom, simpático e até mesmo frágil. Mas depois ele logo se revela uma pessoa insensível, arrogante e principalmente bem misterioso. Ele não provoca tanto as crianças, mas em alguns momentos ele é bem rude e indiferente, o Willy Wonka de Gene aparenta ser mais insano do que criativo. Esses aspectos acabam dando um clima mais obscuro e frio para o personagem.

Eu diria que uma mistura dos dois Willy Wonkas seria o personagem perfeito.
Existem muitas outras coisas a serem discutidas sobre o filme como a atuação e a caracterização dos avôs de Charlie. O original é um ator bem melhor, enquanto que o avô da versão nova tem o visual mais impactante.

Os Ompa Loompas, obviamente são inesquecíveis na versão original, mas ocorreu uma óbvia e grande evolução na versão de Tim Burton.

A trilha sonora da versão nova foi feita por Danny Elfman (Homem- Aranha, Men in Black, etc), a original foi composta por Leslie Bricusse e Anthony Newley. Os dois filmes são marcantes por possuírem trilhas sonoras com um nível de ótima qualidade e se encaixam perfeitamente com a história, além de melodias e letras serem, nas duas versões excelentes.

O desfecho é algo que prefiro não comentar muito por aqui, afinal, ninguém quer ler final de filme na Internet. Mas tenho que dizer que prefiro mil vezes o desfecho da versão original. O fim da versão de Tim Burton/Johnny Depp é muito água com açúcar. Ainda em muitos aspectos a obscuridade de Gene Wilder me agrada muito mais....e você o que acha? Qual sua versão favorita? Comente!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Serial Killers no cinema

“O assassinato é uma paixão assim como o jogo, o vinho e as mulheres.”

Quem nunca ouviu falar em Charles Manson ou Richard Ramirez ou até mesmo no Bandido da Luz Vermelha? Eles são os famosos serial killers da vida real. Pessoas que normalmente lhe causam nojo, horror e medo, mas ao mesmo desperta uma grande curiosidade, principalmente pela peculiaridade e inteligência dos seus crimes e a maneira como eles lidam com toda a situação. E claro esse tipo de criminoso foi muito bem explorado em Hollywood, dando origem a vilões antológicos.
Aqui vai uma lista com os maiores serial killers do cinema.

Freddy Kruger – A Nightmare on Elm Street (A Hora do Pesadelo)

O lendário Freddy Kruger, com seu rosto deformado e sua característica blusa vermelha e verde foi origem de um estupro em conjunto em um manicômio, era um terrível assassino que vivia na Rua Elm e tinha um pequeno hábito de abusar, cortar membros e matar crianças e adolescentes, tudo isso devido a revolta que sentia do seu pai adotivo que era constantemente abusivo com ele. Freddy acabou morrendo queimado, mas mesmo depois de morto ele resolveu continuar com seu hábito peculiar e voltou para a Terra completamente desfigurado e assustador para violentar e destruir mais alguns jovens.

Jason Voorhees – Friday the 13th (Sexta Feira 13)

Jason , famoso pelo uso de uma máscara de hóquei e normalmente usando armas brancas para aniquilar suas vítimas, era filho de Pamela e Elias Voorhees. Enquanto estava nadando em um acampamento, os monitores acabaram se distraindo e Jason acabou morrendo afogado. Sua mãe, Pamela revoltada com a situação resolveu matar alguns monitores do acampamento, porém, em certo momento, Pamela acabou sendo terrivelmente decapitada. O espírito de Jason acabou presenciando isso tudo e então Jason resolveu voltar para a Terra para se vingar e matar todo mundo que conseguir e da maneira mais cruel, incluindo muita tortura.

Hannibal Lecter – Red Dragon (Dragão Vermelho), Silence of the Lambs (Silêncio dos Inocentes) e Hannibal.

Hannibal Lecter é um homem que pratica o canibalismo. Um homem com uma cultura e inteligência invejável, costuma jantar suas vítimas de uma forma bem interessante. Após eliminar sua vítima ele prepara a carne morta e todo o jantar com todo um ritual de um grande gourmet. Fazendo um grande banquete com diferentes pratos de entrada e degustação de vinhos que mais combinam com a carne da vítima. Hannibal começou a praticar o canibalismo após ver sua irmã ser brutalmente morta e alimentada pelos soldados na Segunda Guerra Mundial. Hannibal acaba sendo preso e ajuda o FBI na busca de serial killers devido sua grande astúcia. Mas com o tempo Hannibal acaba fugindo da prisão e voltando a praticar seus crimes de canibalismo.

Sweeney Todd (Benjamin Barker) – Sweeney Todd, The Demon Barber of Fleet Street

Benjamin era um barbeiro que vivia na rua Fleet na Inglaterra. Tinha uma família feliz e tranqüila. Até que um juiz se apaixonou pela esposa de Benjamin e inventou e o acusou injustamente de um crime. Benjamin acabou sendo preso e extraditado. Porém anos mais tarde voltou para a cidade para se vingar do juiz. Benjamin muda seu nome para Sweeney Todd e conhece Sra. Lovett que era uma produtora de tortas. Eles vão morar juntos e Sweeney volta a trabalhar como um barbeiro, porém ao terminar seu trabalho ele corta a cabeça das vítimas, com sua navalha, tudo isso para praticar e criar coragem para matar o juiz que destruiu sua família. A carne das pessoas mortas é usada como recheio para as tortas da Sra Lovett.

Leatherface (Bubba Sawyer ou Thomas Brown Hewitt) – Texas Chainsaw Massacre (O Massacre da Serra Elétrica)

Leatherface, usa como máscara a carcaça da cabeça de uma de suas vítimas, normalmente usa uma serra elétrica para assassinar as pessoas. Thomas era um homem com sérios problemas mentais, é constantemente manipulado pela sua família e tratado como um verdadeiro animal de estimação, muitas vezes tratado com muito carinho, porém de uma forma bem peculiar. Ele praticava os terríveis assassinatos de turistas que costumam aparecer no pequeno vilarejo onde vivem no Texas, com sua serra elétrica ou outras ferramentas, transformando a cidade em um verdadeiro inferno.

Michael Myers (The Shape) – Halloween

Na noite de Halloween, com 6 anos de idade Michael assassina sua própria irmã como uma faca de cozinha e é internado em um hospício. Anos mais tarde ele escapa do hospício e vai para as ruas perseguir outras jovens garotas. Aparentemente ele mata as garotas simplesmente por ser uma pessoa maléfica.

Bo e Vincent Sinclair – House of Wax ( A Casa de Cera)

Bo e Vincent são irmãos gêmeos que possuem uma casa de cera que é uma verdadeira atração turística na cidade de Ambrose. Essa Casa de Cera é um pouco diferente do normal, afinal as figuras de cera das pessoas encontradas na casa são de seres humanos reais, que são assassinados pelos irmãos, cobertos por cera e colocados à exposição. Bo é normalmente quem interage com as pessoas na cidade, agindo como o bom amigo. Vincent em contrapartida é mudo e é o indivíduo que comete os crimes.

Carleton Hendricks (Captain Howdy) – Strangeland

Captain Howdy era o nickname que Carleton Hendricks usava para aliciar suas vítimas pela internet. Dizia que era um garoto jovem, jogador, bonito e descolado, iludindo todos. Depois ele chamava as vítimas para uma festa especial e quando as pessoas chegavam eram surpreendidas por um psicopata de idade mais avançada que raptava as vítimas e gostava de fazer experiências de modificação corporal e dor com os corpos das vítimas.

Esses são alguns dos mais terríveis assassinos em séries do cinema. Existem outros? Claro que existe!! Achou falta de algum? Então comente, ou vai surgir um novo serial killer na porta de sua casa!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

KISS - Sonic Boom (2009) - Review


E depois de 11 anos o KISS lançou mais um álbum de estúdio. Há alguns anos atrás nem o fã mais otimista esperava ver um álbum de músicas inéditas do KISS novamente devido a homérica quantidades de declarações de Gene Simmons dizendo que jamais o KISS irá gravar um álbum novo devido a pirataria ou falta de tempo ou desinteresse de fãs, enfim, no fim das contas a banda voltou ao estúdio com seus “novos” e controversos integrantes, Tommy Thayer e Eric Singer que assumirar de vez a maquiagem original de Ace e Peter respectivamente.

Quanto ao disco eu tive a oportunidade de escutar uma vez, então vou colocar aqui as minhas primeiras impressões sobre o álbum, comentando faixa por faixa.

No geral o disco me lembrou bastante o Revenge de 1992, apesar de Paul e Gene declararem inúmeras vezes que o disco soaria como algo lançado durante os anos 70, porém são poucas músicas que lembram efetivamente algo dos anos 70, talvez a maneira de como o álbum foi gravado seja semelhante os discos dos anos 70, mas fora isso as composições em grande maioria lembram as músicas encontradas no Revenge mesmo.

Modern Day Delilah – Cantada por Paul Stanley, música que a grande maioria já teve oportunidade de ouvir, tem um riff marcante, um refrão que gruda na cabeça e absolutamente lembra muito o Kiss de 1992!! Apesar de ser lançada como primeiro single, não acho que a música tem muito apelo comercial apesar de ser muito boa. Talvez uma das melhores do disco. Sem contar que o solo de guitarra de Tommy Thayer é muito bom.

Russian Roulette – Música de Gene, soa como algo que ele teria feito no Revenge. Mostrando muita carisma nos vocais e com um baixo extremamente marcante. No pré refrão a música dá uma acelerada e depois volta ao normal no refrão, e a letra tem a marca registrada de Gene.

Never Enough – Mais uma que lembra e muito algo do Revenge, na verdade o que ela lembra mesmo é a "Nothing But a Good Time" do Poison. Vejo o KISS passando mais problemas com a justiça por plagiar uma música....lembram da Dreaming no Psycho Circus....Paul canta essa música. Uma música boa, porém nada de extraordinário.

Nobody’s Perfect – Cantada por Gene, é a melhor música do disco. Aqui as coisas mudam um pouco de foco. A canção lembra mais o KISS da época do Animalize. Com Gene cantando de maneira semelhante ao que ele cantava em 1984/1985. Não é à toa, já que boa parte dessa música é remanescente de uma demo que Gene gravou durante os anos 80.

Stand – Misture algo que o KISS fez nos anos 70 com God Gave Rock n roll to you. É exatamente como essa ótima música soa. Inclusive vocês iram entender porque eu insisto tanto que esse disco se parece com o KISS de 1992. Tem uma passagem após o solo de guitarra nessa faixa que reflete exatamente o KISS dessa época. Confiram e vocês vão entender.

Hot and Cold – A música que mais lembra o KISS dos anos 70. Afinal, o verso surgiu de uma famosa demo que Gene gravou durante os anos 70 chamada “Rotten to the Core”. Muito boa!!

All for the Glory – Cantada por Eric Singer e composta por Paul Stanley, lembra nitidamente algo do Hot in the Shade, com um refrão com muita melodia, muito boa a faixa e com grande apelo comerical. Os vocais de Eric seriam uma espécie de mistura das vozes de Eric Carr e Peter Criss.

Danger Us – Música mais fraca do disco, na minha opinião, cantada por Paul. Também lembra alguma coisa do Hot in the Shade, ainda não consegui pescar o que é exatamente mas lembra algo mais fraco daquele disco.

I’m an Animal – Música cantada por Gene. Na verdade é uma versão de Feel Like Heaven do Peter Criss, com um riff bem arrastado e marcante. Lembra musicalmente algo como War Machine misturado com alguma coisa que Gene faria nos anos 70, como Almost Human talvez. Apesar de tudo achei a composição mais fraca de Gene no disco.

When Ligtning Strikes – Música cantada por Tommy Thayer, que surpreendeu positivamente. A voz dele lembra muito os tons mais baixos de Joe Elliot do Def Leppard no começo da carreira. Inclusive a música lembra e muito qualquer coisa do Def Leppard na época do High N Dry.

Say Yeah – A última faixa do disco. Cantada por Paul e com um grande apelo comercial. Com um refrão bem grudento, soa mais uma vez como algum remanescente do Revenge, misturado com qualquer coisa que Paul fez no Psycho Circus. Maneira perfeita para fechar um grande disco.

No geral um disco muito bom, um pouco melhor que seu último disco, o Psycho Circus. Se você é fã do Revenge, provavelmente você irá gostar desse disco. Então pode se crer que esse é mais um excelente álbum da banda mais quente do mundo.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Saturday Night Live e seus filmes

Live from New York, It’s Saturday Night!!!

Muita gente já ouviu essa frase na abertura do antológico programa Saturday Night Live em suas transmissões na TV a Cabo nos canais Multishow e Sony. Já que durante os anos 90 o programa foi super exposto aqui no Brasil com as reprises das clássicas temporadas principalmente da fase dos anos 80 e início dos anos 90, além das temporadas atuais que são transmitidas até hoje de sábado à noite pela Sony.
Muita gente também não se cansa de assistir filmes como Blues Brothers (Irmãos cara de pau), Wayne’s World (Quanto mais idiota melhor) e Coneheads. Talvez o que pode surpreender algumas pessoas, é que esses filmes surgiram de simples sketches do programa Saturday Night Live. Com o sucesso de certos quadros muitas vezes os produtores resolvem criar filmes baseados neles. Alguns foram grandes sucessos, como os filmes mencionados acima, porém também tiveram muitos fracassos de bilheteria e crítica. Confira a lista de alguns filmes baseados em quadros do Saturday Night Live.

The Blues Brothers (Irmãos Cara de Pau) – 1980
Baseado no quadro de mesmo nome que passava no programa durante os anos 70. Estrelando o antológico John Belushi, como Jake e Dan Aykroyd como seu irmão Elwood. Eles formam uma dupla que vive na caótica cidade de Nova York dos anos 70, cantando Blues pelos bares da cidade e aprontando todo tipo de confusão. No filme, eles tem que cumprir uma “missão para Deus”, salvando o orfanato que eles cresceram com o pagamento das dívidas dele. Porém eles acabam arrumando grandiosas confusões tendo sérios problemas com a polícia de Nova York. Depois de dezenas de carros da polícia destruídos o filme foi um verdadeiro sucesso na época. No ano 2000, fizeram uma segunda parte do filme chamado Blues Brothers 2000, sem o carismático John Belushi. Essa segunda parte não teve o mesmo êxito que o original.

Wayne’s World 1 e 2 ( Quanto mais idiota Melhor 1 e 2) – 1992/1993
Baseado em um quadro estrelando Mike Myers como Wayne e Dana Carvey como Garth. A dupla apresentava um programa, no porão da casa de Wayne transmitido por uma TV à Cabo clandestina, onde os dois jovens falavam de Rock, Mulheres e sobre a cultura pop da época, com um orçamento bem baixo, totalmente ao vivo, contando com efeitos toscos e Wayne com sua guitarra. Porém o programa era assistido e adorado por muitos jovens. No filme, um executivo de televisão resolve comprar os direitos do programa e dar uma repaginada no mundo de Wayne. Mas o fiel público acaba se desagradando com o novo formato do programa causando muita revolta contra Wayne, que precisa recuperar os seus direitos com o programa e oferecer o formato original que tanto agrada seus seguidores. Os filmes foram um verdadeiro sucesso na época e deixaram sua marca na história da comédia americana. A primeira parte do filme conta com a participação de Alice Cooper e também com a grandiosa cena onde eles escutam e interpretam “Bohemian Rhaposdy” no carro, fazendo com que essa música voltasse para as paradas americanas em segundo lugar, na semana de lançamento do filme.

It’s Pat – 1994
Estrelando Julia Sweeney como a figura andrógina de Pat Riley, que trabalha em um escritório, deixando todo mundo com muitas dúvidas em relação sua sexualidade. No filme Pat se apaixona por Chris, outra figura andrógina, deixando seu vizinho completamente obsecado para descobrir a sexualidade de Pat. Aparentemente o que o sketch tinha de engraçado, o filme tinha de irritante, desagradando o público e a crítica.

Stuart Saves his Family – 1995
Estrelando Al Franken como Stuart Smalley, apresentador de um programa que buscava ajudar pessoas com problemas de auto afirmação, onde Stuart dava conselhos para levantar o astral da pessoa. Mas o apresentador tem uma visível tendência para a depressão, além de ter uma família completamente problemática. No filme Stuart tenta salvar sua família e seu programa que possui uma audiência muito baixa. O filme acabou sendo um fracasso, e Al Franken acabou abandonando o programa SNL depois de muitos anos fazendo parte da equipe, seja como roteirista ou como ator.

Coneheads – 1993
Baseado em um antigo quadro do programa que fez muito sucesso durante os anos 70, estrelando Dan Aykroyd e Jane Curtis como uma bizarra família alienígina que tinha a cabeça em formato de cone. O filme gravado só em 1993, com os mesmos protagonistas, conta a história da família tentando se adaptar aos costumes da sociedade americana e terráquea. O filme, assim como o quadro original, fez bastante sucesso na época.

A Night at the Roxbury - 1998
Estrelando Will Ferrel e Chris Kattan como os irmãos Steve Butapi e Doug Butapi. Era um quadro bem interessante que mostra de forma bem satírica a cultura dos freqüentadores de danceterias, ironizando todo seu ritual, as roupas, a abordagem com as garotas e é claro as danças. No programa o quadro era bem engraçado, porém a idéia de fazer um filme baseado nesse quadro foi realmente infeliz. Afinal falta conteúdo. Resumindo, o filme acabou sendo um grande fracasso.

Ladies Man – 2000
Estrelando Tim Meadows como Leon Phelps, o Ladies Man, que é um apresentador de um programa no qual ele dá dicas de sexo e relacionamentos com uma abordagem bem estranha e digamos de mal gosto. O filme mostra o cotidiano de Leon. O filme acabou sendo um fracasso no olhar da crítica e dos fãs também.

Foram produzidos alguns outros filmes talvez de menor impacto, pelo menos é a minha opinião. Mas eu acho que alguns quadros antológicos mereciam alguns filmes, como o do psicólogo desiquilibrado Matt Fowley estrelando o legendário Chris Farley, os personal trainers Hanz & Franz e até mesmo algum documentário ou alguma coisa desse tipo inspirado no Weekend Update.

Tem mais algum filme baseado em algum quadro do SNL que você gostaria de ver nessa lista? Ou tem algum quadro que você gostaria que fosse para as telonas? Comente!!